Fevereiro 2012
Nesta edição
Edição - Fevereiro 2012
Carta do editor:
O poder do pessoal
Á exceção da lista de ideias inovadoras para 2012, a edição de fevereiro da Harvard Business Review Brasil é inteiramente dedicada a um assunto cada dia mais presente na pauta das companhias: recursos humanos.
A maioria traz embutida a mesma mensagem: quem faz o negócio são as pessoas.
Entre os artigos internacionais, destaca-se o instigante “Quem realmente toma as grandes decisões em sua empresa?”, de Bob Frisch. O autor joga seu holofote sobre um assunto pouco discutido: nem todo alto executivo pertence ao círculo íntimo do presidente. No entanto, diz, tanto esse gabinete extraoficial como o comitê executivo formal são essenciais.
Outro artigo interessante fala sobre o poder da ambição coletiva. Douglas A. Ready e Emily Truelove explicam por que empresas em dificuldades se recuperam melhor e mais rápido quando, em vez de perseguir uma única meta, os funcionários formulam um senso comum de propósito, de como a empresa irá atingi-lo e monitorar o progresso.
Na seção “Como eu fiz”, Kevin Ryan, fundador e presidente do Gilt Groupe, revela, com sua experiência, a receita para montar um time de astros. “Empresas sempre dizem que o pessoal é seu maior ativo. Mas poucas realmente agem assim”, afirma Ryan. Para ele, o papel mais importante de um presidente é a gestão de talentos. E a professora de Harvard Rosabeth Moss Kanter traz em sua coluna, “A cura para o chefe horrível”, uma receita com diversas opções — uma delas é a empresa garantir que avaliações de desempenho sejam pautadas por critérios objetivos, não subjetivos.
Na edição brasileira, três artigos abordam o assunto RH de ângulos bem diferentes. Em “Precisa de um diagnóstico?”, o consultor José Renato Santiago afirma que o conhecimento e a participação dos funcionários para identificar riscos e oportunidades e elaborar um plano de melhorias são fundamentais.
Para ele, antes de contratar uma consultoria, o departamento de RH deve mobilizar o pessoal para a tarefa. Em “Como contratar e manter as pessoas certas na sua start-up”, os consultores Luana e José Luiz Bichuetti — pai e filha — dão a fórmula para ajudar os empreendedores a resolver um dos pontos mais sensíveis de um novo negócio: gestão de gente. E Sergio Mônaco, do Hay Group, e Rolando Pelliccia, apresentam uma abordagem inovadora capaz de transformar os investimentos na capacitação de pessoal em resultados concretos para os negócios, no artigo “Treinamento versus aprendizado”.
Caso
Todo mundo tira “três” |
Globo
Os heróis comuns do Taj Mumbai |
Edição Brasil
Precisa de um diagnóstico? Peça ao pessoal de casa |
Edição Brasil
Como contratar e manter as pessoas certas na sua start-up |
Edição Brasil
Treinamento versus aprendizado |
Artigo I
O poder da ambição coletiva |
Artigo I
Quem realmente toma as grandes decisões em sua empresa? |
Artigo I
O cliente pode energizar suas tropas |
Lista HBR de ideias audaciosas
Idéias audaciosas para a solução dos problemas do mundo |
Como eu fiz
Presidente do Gilt Groupe diz como montar um time de astros |
Campo de Visão
Velhos tempos |
Coluna Kanter - Na íntegra
A cura para o chefe horrível |























